Fake Beauty

Fake Beauty

 

“I don’t care what you think about me. I don’t think about you at all”

-Coco Chanel-

Beauty standards have been challenged these past years. If I ask myself what the definition of beauty is, I will get as many answers as there are questions. The pudency was lost, the vulgarity trivialized, and most of the fantasy was destroyed. Sex sells. We all know that. I know, you know, the Kardashians know (they know it too well).

I do not see any harm in exposing our body, each one has his/hers own and does whatever he/she wants with it. But, in my humble opinion, there is a thin line between vulgar and sexy. And I’m not referring to Victoria’s Secretmodels, their job is to show their body. I am condemning (to life prison, only if I could) the photographs of tails, nipples and so on in social networks in virtue of another like or a follower.

And I have seen many atrocities to be committed in virtue of fame. Intimate videos running on social networks, nudes and other kind of things that destroy the image and any possibility of that person erasing what has been shared forever. Once on the internet, forever on the internet.

What scares me the most is that there are big brands supporting and sustain this kind of reverie, through sponsorships, for example.

Girls, you are beautiful, all in your own way, and this is amazing. Why should you undress yourself and become equal to so many others? Let’s not ridicule and take to the extreme the freedom we have today, the freedom to be who we want, to be individualistic, to have the right to equality and equity. Do not miss the line between vulgarity and freedom. Do not lose sex appeal in favor of vulgarity.

Be yourself.

With love, V


*Por favor, traduz!!*

“I don’t care what you think about me. I don’t think about you at all”

-Coco Chanel-

Os padrões de beleza têm vido a ser desafiados nos últimos anos. Se perguntar qual é a definição de beleza vou obter tantas respostas quanto perguntas. Perdeu-se o pudor, banalizou-se a vulgaridade, e destruiu-se a maior parte da fantasia. Sexo vende. Todos sabemos disso. Eu sei, vocês sabem, as Kardashians sabem (sabem bem demais).

            Não vejo mal nenhum em expor o corpo, cada um tem o seu e faz o que bem entender com ele. Mas, na minha humilde opinião, existe uma ténue linha entre vulgar e sexy. E não me estou a referir às modelos da Victoria Secret, o trabalho delas é mostrar o corpo. Estou a condenar (se pudesse a muitos anos de prisão) as fotografias de rabos, mamilos e demais em redes sociais em virtude de mais um like ou mais um seguidor.

            E já vi muitas atrocidades a serem cometidas em virtude da fama. Vídeos íntimos a circularem em redes sociais, fotografias de nudez e outros tipos de coisas que destroem a imagem e qualquer possibilidade de essa pessoa apagar o que foi partilhado para todo o sempre. Uma vez na internet, para sempre na internet.

            O que mais me assusta é que existem grandes marcas a apoiar e sustentar esse tipo de devaneio, pela via de patrocínios.

            Meninas, vocês são lindas, todas à vossa maneira. Ninguém é igual e ninguém vos vai dar atenção genuína se mostrarem mais daqui e menos dali. Não vamos ridicularizar e levar ao extremo a liberdade que temos hoje, a liberdade de sermos quem queremos, de sermos individualistas, de termos o direito a igualdade e equidade. Que não se perca a linha entre a vulgaridade e liberdade. Que não se perca o sex appeal ao favor da vulgaridade.

Sejam vocês mesmas.

Beijinhos, V.

 

 

2 Comments

  1. October 14, 2017 / 8:19 pm

    Well said

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